sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Rua 25 de Março virou Paraíso da Pirataria e Contrabando

A maior área de comércio popular do Brasil já teve suspendida a fiscalização de lojas e galerias tendo em vista a prefeitura entender que este dever não é atribuição da guarda civil metropolitana. Diante dessa afirmação a Rua 25 de Março vem se consolidando como paraíso da pirataria e contrabando. Milhões de dólares são despejados todos dias e convertidos em mercadoria falsificada. Entre os produtos importados que você possivelmente já comprou quase todos não são originais. De outro modo é deselegante dizer que o produto é falso. A palavra de ordem usada pelos vendedores atendentes sempre será: Este produto é uma réplica. É isso aí... quer saber mais?



Assista o vídeo editado pela Rede Globo: http://www.youtube.com/watch?v=nY40U9sDrQ8






domingo, 15 de dezembro de 2013

Consumidores invadem a Rua 25 de março em Dezembro de 2013

Faltando menos de dez dias para a noite de natal a rua considerada por muitos, paraíso da sonegação fiscal, viveu seu momento de festa. Foto mostra tradicional centro de comércio lotado dia 14 de dezembro passado. Multidão enfrentou com muita disposição temperaturas acima de 30º Celsius.

Livro do autor Hermes Machado descreve um instante da vida pulsante da Rua 25 de Março:  Em meio a grande bagunça que se formava nas calçadas havia felicidade nas almas daquele povo que se unia na transgressão fiscal  e de espaço. Caixas de papelão improvisadas sobre as calçadas serviam de balcões para expor a parafernália. Joana ouviu um grito no meio da multidão. Num rápido movimento como pedras perfiladas em queda, num efeito de dominó, sangues-bons, em alvoroço    recolhiam suas tralhas que há pouco eram empresas montadas sobre o chão. -'Olha o rapa' - uns gritavam, enquanto outros se  salvavam em gestos afoitos, escondendo o que podiam da antiga Guarda da ex-Prefeita Marta.

 (Foto: Mario Ângelo/Sigmapress/Estadão Conteúdo)



Autor Hermes Machado descreve um instante de vida  pulsante da Rua 25 de Março:

Em meio a grande bagunça que se formava nas calçadas havia felicidade nas almas daquele povo que se unia na transgressão fiscal  e de espaço. Caixas de papelão improvisadas sobre as calçadas serviam de balcões para expor a parafernália. Joana ouviu um grito     no meio da multidão. Num rápido movimento como pedras perfiladas em queda, num efeito de dominó, sangues-bons, em alvoroço    recolhiam suas tralhas que há pouco eram empresas montadas sobre o chão. -'Olha o rapa' - uns gritavam, enquanto outros se  salvavam em gestos afoitos, escondendo o que podiam da antiga Guarda da ex-Prefeita Marta. Seu olhar aprofundado, próprio dos    vendedores, fez com que Joana percebesse que aquilo tudo era um palco montado, cada qual tinha por direito sua hora de atuar.




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 Sobre o autor:

Hermes Machado é escritor paulistano que vive na Baixada Santista. Antes de iniciar a carreira literária atuou como guia para congressos nos Estados Unidos, foi executivo de empresas e gestor de negócio próprio. É autor do romance Vitória na XXV, possui contos e crônicas em sites e jornais impressos no Brasil e exterior.